Varanda, de Maurício Nóbrega
Mais do que um lugar para o descanso, a Varanda assinada por Maurício Nóbrega garante lazer e funcionalidade. Equipada com piscina, ducha com cascata e deck, o ambiente em formato de L inclui um espaço reservado para o relaxamento, com sofás, poltronas e artigos garimpados em antiquários. Ao fundo, o destaque fica por conta do deck, reunindo três piscinas de fibra pastilhada verde dispostas em níveis diferentes.

Living, de Paola Ribeiro
O ambiente de Paola Ribeiro é a porta de entrada para a Casa Cor Rio 2016. O living de 42 m² esbanja cores como branco, preto, cereja, verde e azul, e conta com obras de arte de Cildo Meireles e Alexandre Rato. Em meio ao mix de móveis contemporâneos, Paola inclui uma cômoda portuguesa de madeira clara acetinada, um fragmento de arquitetura francesa do século XIX de madeira e ferro fundido e uma poltrona francesa de faia, estilo Luiz Felipe de meados do século XIX, todos vindos de antiquários.
 
Pátio Modernista, de Patricia Marinho e Manuèle Colás
Para o Pátio Modernista, a dupla de arquitetas Patricia Marinho e Manuèle Colás teve como ponto de partida o já existente mural de azulejos do arquiteto Noel Marinho, pai de Patricia e figura notável da arquitetura moderna. O espaço de descanso e contemplação é protegido do sol e da chuva por um toldo retrátil, que dialoga com os painéis de madeira que o circundam. Off white, caramelo, tons de cinza, azul-água e amarelo compõem a paleta de cores dos móveis, em completa harmonia com o mural histórico de Noel.
 
Quarto da Imaginação, de Paula Costa
A tecnologia foi deixada de lado no Quarto da Imaginação, assinado por Paula Costa. Pensado para incentivar a criatividade e a imaginação, computadores, tv e telefones foram substituídos por livros e brinquedos. Destaque para o colorido e lúdico papel de parede Join the Circus, da designer Adelina Mehmeti.
 

Mercearia da Casa, de Paula Neder e Luiza Pedral
Para a Mercearia da Casa Cor, instalada em uma edícula anexa ao casarão, as arquitetas Paula Neder e Luiza Pedral criaram um ambiente acolhedor e moderno junto ao paisagismo de Raphael Costa Bastos. A dupla explorou o conceito de contemporaneidade por meio de uma composição de cores e materiais neutros. Na parede diante da entrada, pastilhas sextavadas em rosa convivem com as outras paredes descascadas, mostrando os tijolos maciços originais.

Jardim Sensorial, de Rafael Costa Bastos
O arquiteto e paisagista Raphael Costa Bastos partiu da tranquilidade que a natureza transmite para criar o Jardim Sensorial. Com grande influência oriental, o jardim desperta quatro sentidos humanos: o tato, através das diferentes texturas de plantas; a audição, com o relaxante som das águas de um pequeno lago e de um repuxo; a visão, pelas cores exuberantes das flores e folhagens; e o olfato, com os aromas das ervas, como a camomila, a erva doce e a erva-cidreira. O desenho do lago é do próprio arquiteto, assim como o do fogareiro existente no lugar.
 
Bistrô do Jardim, de Ricardo Melo e Rodrigo Passos
Inspirado no paisagismo de Burle Marx, que circunda o casarão da Casa Cor, o Bistrô do Jardim, da dupla Ricardo Melo e Rodrigo Passos, faz clara referência à natureza pela variedade de plantas e flores instaladas junto às mesas e cadeiras do ambiente. O verde se mistura ainda a tons em rosa claro e cinza, presentes nos papéis de parede.

Banheiro Público, Roberta Nicolau
Para o espaço do Banheiro Público, a arquiteta Roberta Nicolau contrapôs o estilo do casarão a uma estrutura contemporânea, rompendo com o classicismo de forma bastante harmônica. Localizado na área externa e feito de pedra, o ambiente é dominado por materiais como madeira ébano, porcelanato de cimento queimado e vidro. Rodeado pela vegetação, o espaço se integra ao jardim e garante a privacidade de uso.

 

Unidade Omini, de Rodrigo Barbosa
A moda não é apenas um objeto de consumo, mas também uma cultura de comportamento. Com isso em mente, o arquiteto Rodrigo Barbosa extrapolou os conceitos tradicionais de closet para criar um ambiente de refúgio, ideal para um homem que tem uma vida agitada. O tom café da marcenaria ganhou uma decoração em tons sóbrios e um sistema de iluminação em LED difuso, tornando o espaço bastante intimista.

Quarto do Neto, de Tatiana Lopes e Tatiana Mendes
Com muita praticidade, as arquitetas Tatiana Lopes e Tatiana Mendes projetaram para o Quarto do Neto um ambiente que acompanha a criança da infância à adolescência, apenas mudando acessórios e adornos. Em uma das paredes, ao longo de todo o comprimento, a marcenaria em laca cinza e madeira clara conta com uma cama embutida entre duas estantes. A escada em corda da estante de livros e a parede com reentrâncias de escalada tornam o espaço ainda mais descontraído e ideal para incentivar a imaginação.

Empório Orgânico, de Tiana Meggiolaro e Bia Lynch
Antes de iniciar o projeto, Tiana Meggiolaro e Bia Lynch fizeram uma imersão no Spa Lapinha, fundado em 1972 em Lapa, no Paraná, para encontrar a inspiração que precisavam. O lugar, que preza pela alimentação saudável, é referência pela comercialização de sua linha de orgânicos, e ditou boa parte da decoração do Empório Orgânico. De lá, a dupla de arquitetas trouxe a “barba de bode”, que forra todo o teto do ambiente. Lajotas artesanais, tecidos de fibra natural e material reciclado e painéis de madeira 100% de cultivo natural completam o ambiente.

Banheiro Público Feminino, de Vera Rebello
O jardim do casarão foi a inspiração de Vera Rebello para o projeto do Banheiro Público Feminino, trazendo a natureza do entorno para dentro do espaço por meio de folhas e flores, presentes em revestimentos e artigos decorativos. O estilo clássico foi combinado com alguns toques contemporâneos, tornando o espaço atemporal e adaptável tanto a projetos públicos como residenciais. A bancada da pia flutua em frente ao grande espelho e garante o ar romântico com a floreira repleta de orquídeas instalada no chão.

 

Espaço José Zanine Caldas, de Zanini de Zanine
Convidado pela Casa CorRio, o Studio Zanini expõe no hall do primeiro andar a reedição de peças da Linha Z, produção industrial que José Zanine Caldas realizou entre 1949 e 1955. Desde a data, os móveis estavam fora de produção. Nas paredes do ambiente, a grande homenagem: dez maquetes originais, feitas à mão pelo arquiteto, são exibidas para o público.