No início, o Superbacana era apenas um escritório de design. Fundado em 2001 por Vivian Leite, fez identidades visuais, logos, peças institucionais, estampas e embalagens. Com o tempo, a atuação se expandiu para publicações e ações de educação no campo das artes. E foi crescendo o desejo pela multidisciplinaridade.

Assim, quando vagou outra unidade no prédio onde funcionava o Superbacana, Vivian não pensou duas vezes. Em janeiro de 2015, pediu à arquiteta Lua Nitsche uma reforma que transformasse o imóvel – um escritório de advocacia velho e compartimentado –, num espaço mutante, que pudesse abrigar tanto as atividades do estúdio de design quanto uma intensa programação cultural e de lazer e, ainda, uma pequena loja com produtos de edições limitadas. 

Rapidamente, cliente e arquiteta concordaram pela integração total da área da sala comercial. “Mais do que um espaço aberto, é um pensar sem paredes”, conceitua Lilian. Derrubar divisórias, no entanto, não era suficiente. Era preciso criar estruturas que abrigassem atividades tão variadas como um workshop de arranjos florais, uma palestra sobre arquitetura, o lançamento de um livro ou o que mais surgisse de (super) bacana pelo caminho. 

Lua sugeriu quatro mesas grandes com rodinhas, que podem estar agrupadas ou separadas, em linha ou paralelas. É em volta dessas mesas que hoje grupos se reúnem para aulas de pintura, e que designers trabalham no dia a dia. Vários pontos de tomada foram previstos no piso. 

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